A coleta de assinaturas pelo referendo que quer reintroduzir a educação afetiva e sexual nas escolas italianas passou de 500 mil apoios e chegou a 545.671 firmas, somando online e em papel. O resultado foi alcançado em um mês e quatro dias de campanha. A meta era desafiar o ministro da Educação, Giuseppe Valditara, informou o jornal La Stampa.
As 500 mil firmas são o piso necessário para levar a proposta adiante. Segundo os organizadores, cada assinatura a mais aumenta o peso político e social do pedido. A campanha nasceu como reação à orientação do governo sobre o tema nas escolas e agora se apoia no número recorde para pressionar por uma consulta popular.
Um referendo, na Itália, é o instrumento pelo qual os eleitores decidem diretamente sobre uma questão, sem passar apenas pelo Parlamento. Os promotores agradeceram aos voluntários envolvidos na coleta e afirmam que a marca alcançada reforça a legitimidade da demanda.
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Leia o artigo original em italiano no jornal La Stampa.
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