Segundo o canal Sky TG24, a procuradoria de Messina investiga várias linhas para identificar o grupo que furtou quatro obras do pintor Antonello da Messina do museu regional da cidade, no Estreito, durante o Ferragosto. O procurador-chefe Antonio D’Amato abriu inquérito por furto com múltiplos agravantes. “As pistas que estamos seguindo vão em várias direções”, disse, incluindo a de cumplicidade interna. Ele afirmou que não se pode descartar o envolvimento da criminalidade de tipo mafioso, historicamente interessada no furto de obras de arte. A procuradoria examina as falhas da vigilância e dos funcionários.
O museu já reabriu ao público, com um pano preto cobrindo a base onde ficavam as tábuas do Políptico. Antonello da Messina é um dos grandes pintores do Renascimento italiano, nascido na cidade siciliana que lhe dá o nome, e suas obras estão entre as mais valiosas do acervo regional.
Pela reconstrução dos investigadores, o grupo deixou vestígios recolhidos pela perícia científica. O alarme soou e as câmeras registraram a cena. Os autores agiram com o rosto coberto por capacetes e, na fuga, abandonaram duas obras sobre um muro externo do museu. Quatro vigilantes presentes na noite do furto foram interrogados e colocados de férias. Segundo a apuração, eles não perceberam nada.
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Leia o artigo original em italiano na Sky TG24.
A Suprema Corte reafirmou: a cidadania nasce com a pessoa.
- Nova frente jurídica aberta
- Processos ainda podem ser apresentados
- Avaliação individual antes de qualquer decisão







































