Segundo o jornal La Nazione, o Tribunal de Apelação de Florença condenou o Ministério da Saúde italiano a pagar 1,5 milhão de euros ao marido e à filha de uma mulher que morreu em 1994 de linfoma não Hodgkin tipo B. A doença surgiu como consequência de uma hepatite C contraída em transfusões de sangue contaminado realizadas em 1978 em um hospital de Milão. A família é toscana e iniciou o processo judicial em 2013.
A batalha percorreu quatro instâncias, incluindo o Supremo Tribunal italiano, antes de a apelação final ser concluída. Os juízes reconheceram que, em 1993, a ciência médica ainda desconhecia a ligação entre o linfoma e a infecção pelo vírus da hepatite C, o que impediu o início do prazo de prescrição na data da morte.
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Leia o artigo original em italiano no jornal La Nazione.







































