O Brasil é o time mais jogado pelos apostadores italianos na Copa do Mundo de 2026. Um levantamento da casa Snai, divulgado pela agência italiana Agipronews, aponta que 25% das apostas feitas na Itália vão para a Seleção comandada por Carlo Ancelotti, à frente de França (20%) e Espanha (17%).
O dado ganha peso porque a Itália ficou fora do Mundial mais uma vez. Sem um time próprio para torcer, parte do público italiano transferiu a simpatia para o Brasil de Ancelotti, fenômeno que a imprensa local já apelidou de “efeito Ancelotti“.
Na sequência das apostas italianas aparecem Portugal, de Cristiano Ronaldo, com 12%, e Inglaterra, com 6%. Argentina e Alemanha dividem a lanterna entre as favoritas, com 4% cada.
O cenário muda quando se olha para as cotações das casas. Pelas odds da Snai, os favoritos ao título são França e Espanha, ambas pagando 6,00. Brasil, Inglaterra e Portugal aparecem a 9,00, enquanto a Argentina surge a 10,00.
O “efeito Ancelotti”
“O efeito Ancelotti conquista os apostadores”, registrou a agência Adnkronos ao apresentar os números. O treinador italiano assumiu a Seleção em 2025 e busca devolver ao Brasil um título mundial que não vem desde 2002.
Caso vença, Ancelotti se tornaria o primeiro técnico estrangeiro a conquistar uma Copa do Mundo. Na história do torneio, nenhum treinador nascido fora do país campeão levantou o troféu.
Itália torce dividida
A ausência da Azzurra deixou os italianos sem um favorito natural. Além de Ancelotti no Brasil, outros dois treinadores italianos disputam o Mundial: Vincenzo Montella, à frente da Turquia, e Fabio Cannavaro, no comando do Uzbequistão.
A Copa de 2026 será a primeira com 48 seleções e a primeira sediada por três países, Estados Unidos, Canadá e México. A bola começa a rolar nesta quinta-feira (11).






































