Segundo o TGcom24, os representantes que viraram as costas ao presidente do Senado italiano Ignazio La Russa, durante a cerimônia de comemoração de Marcinelle, eram do sindicato belga FGTB, não da CGIL italiana. Vincent Pestieau, secretário regional do FGTB em Charleroi, confirmou o gesto à agência ANSA: “Nos viramos porque somos contra partidos fascistas”, declarou, acrescentando que o FdI é considerado pelo sindicato um partido de extrema direita. Pestieau deixou claro que a protesta não foi contra o presidente Mattarella, mas contra La Russa por falar em nome do governo.
A confusão começou com Carlo Fidanza, chefe da delegação do Fratelli d’Italia no Parlamento Europeu, que atribuiu o gesto à CGIL.
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