A primeira-ministra Giorgia Meloni começou a considerar seriamente a hipótese de eleições antecipadas na Itália. Embora não seja seu “Plano A”, a estratégia ganha força na cúpula do partido Irmãos da Itália (FdI) para evitar o que aliados chamam de “rosolamento lento”, um desgaste lento da imagem do governo até o fim da legislatura. Ela está no poder há aproximadamente 3 anos e 5 meses.
A preocupação aumentou após a derrota governista no recente referendo sobre o sistema judiciário. Segundo interlocutores, a premiê teme que a manutenção do atual cenário leve a uma queda acentuada nas pesquisas de intenção de voto, que já sinalizam um recuo de até dois pontos percentuais para a próxima semana.
Em jantar em sua residência oficial, Meloni sondou os vice-premiês Matteo Salvini e Antonio Tajani sobre a antecipação do pleito, diz a reportagem do jornal La Repubblica, neste domingo (29). A premiê também pressiona pela aprovação rápida de uma nova lei eleitoral para evitar que o governo fique paralisado em impasses legislativos.
Tensões no gabinete
O clima no Conselho de Ministros é de instabilidade. Houve cobranças diretas ao ministro da Economia, Giancarlo Giorgetti, por mais verbas para o setor empresarial. Giorgetti, contudo, resiste aos pedidos para não comprometer a meta de manter o déficit abaixo de 3% do PIB, o que impediria o país de sair da trajetória de infração fiscal da União Europeia.
A falta de recursos também ameaça o aumento dos gastos com defesa, uma demanda considerada prioritária na relação com os Estados Unidos. Sem margem fiscal para uma última lei orçamentária expansionista, parte do FdI defende que a ida às urnas seria a melhor saída política no curto prazo.
Reforma ministerial
Meloni descarta uma reforma ampla no gabinete, mas precisa resolver a vacância deixada por Daniela Santanchè. O nome de Luca Zaia, atual governador do Vêneto, surge como uma possibilidade surpreendente para assumir uma pasta, dado o seu bom relacionamento com a primeira-ministra. No partido, a ordem é de “limpeza interna”, com intervenções previstas em diretórios regionais como o da Sicília.




























































Italus San Martino di Venezze
30 de março de 2026 at 22:48
Os Italianos NATIVOS da Itália deveriam exigir a anulação do reconhecimento da Dupla cidadania Italiana, dos 71,5% de ítalos descendentes. É lamentável que 71,5% de ítalos descendentes Brasileiros apoiem esse regime de Exclusão e Discriminatório, que estabelecem distinções injustas, preconceituosas ou tratamento desigual entre pessoas e grupos. Felizmente a maioria do povo Italiano NATIVO, não aceitam esse regime dos representantes políticos, que são: Giorgia Meloni, Antonio Tajani, Mateo Salvini, entre outros políticos apoiadores. A prova da má gestão política desse governo de conduzir o país é que nós últimos anos, milhares de italianos NATIVOS e/ou seus filhos migraram para outros países, buscando melhores condições de vida. Apoiar esse regime autoritário e ditador dos políticos, Giorgia Meloni, Antonio Tajani e Matteo Salvini , entre outros políticos apoiadores é prejudicar o restante de uma nação de ítalos descendentes que pleiteiam a dupla cidadania italiana. “Egoísmo Puro”. Abraços para Meloni, só dos 71,5% que apoiam o regime Meloni, Tajani e Salvini. O restante dos ítalos descendentes e Italianos NATIVOS têm Sabedoria e Inteligência, para votarem contra esse regime. Os próximos Referendos vão ser para pedirem a Renúncia de Antônio Tajani e Matteo Salvini. Eu desejo “Ciao Ciao Meloni…”