Uma greve no setor aéreo na Itália pode afetar voos nesta quarta-feira (18), especialmente em aeroportos da região de Milão e em operações da companhia aérea easyJet.
A paralisação envolve funcionários de aeroportos e tripulantes de cabine. A mobilização foi confirmada pelos sindicatos OST CUB Trasporti e USB Lavoro Privato.
Quem será afetado
Tripulantes de cabine da easyJet participam de uma greve de quatro horas, entre 13h e 17h, conforme o Ministério dos Transportes da Itália.
Já funcionários de serviços em solo, como check-in e manuseio de bagagens, iniciaram uma paralisação de 24 horas em três aeroportos.
Estão incluídos os aeroportos de Milão Linate, Milão Malpensa e Brescia Montichiari. A expectativa é de impacto em serviços operacionais essenciais.
Inicialmente, trabalhadores da ITA Airways também participariam, mas suspenderam a greve após reunião realizada em 6 de março.
Horários protegidos
Mesmo durante a greve, a legislação italiana garante a operação de voos em dois períodos do dia.
Os horários protegidos são das 7h às 10h e das 18h às 21h. Nesses intervalos, os voos devem ser mantidos.
A autoridade de aviação civil italiana costuma divulgar uma lista de voos garantidos antes das paralisações, mas até a última atualização essa relação não havia sido publicada.
Orientação aos passageiros
Passageiros com viagens marcadas devem verificar o status do voo diretamente com a companhia aérea antes de se deslocar ao aeroporto.
A recomendação é acompanhar atualizações por aplicativos ou sites oficiais das empresas.
Direitos dos passageiros
Em voos dentro da União Europeia, passageiros afetados têm direito a reembolso ou reacomodação, com escolha entre as opções.
Caso a espera por um novo voo ultrapasse duas horas, a companhia aérea deve oferecer assistência, como alimentação e bebidas.
Em situações de cancelamento com aviso de última hora, também pode haver direito a compensação, conforme as regras europeias.






























































