Segundo o site Open Online, Valter Lavitola entrou em contato com o site MowMag poucas horas antes de ser preso, por e-mail e depois por telefone, para contestar informações sobre supostos fluxos de dinheiro entre Itália e África. A conversa continuou por chat até a manhã do dia da prisão. Lavitola atribuiu os documentos vazados a um sócio zimbabuano, advogado com quem trabalhava no setor de créditos de carbono, e disse que ele estaria buscando acordos paralelos com jornalistas.
Na mesma ligação, Lavitola comentou o atentado do qual é acusado de ser mandante. Disse ter sabido do envolvimento de Gomes Tavares, descrito por ele como “um filho”, apenas pela televisão.
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QUERO ANALISAR MEU CASOLeia o artigo original em italiano no Open Online.






































