Segundo a agência AISE, o instituto italiano Eurispes divulgou pesquisa sobre a condição dos imigrantes na Itália e concluiu que o país trata o tema quase exclusivamente como questão de ordem pública, em vez de reconhecê-lo como componente essencial do modelo social e produtivo. O presidente do Eurispes, Gian Maria Fara, afirma que os imigrantes regulares residentes na Itália são quase cinco milhões e contribuem com 9% do PIB, pagam contribuições previdenciárias e fundam empresas que empregam centenas de milhares de italianos.
Fara defende a criação de canais de entrada vinculados ao mercado de trabalho, com contratos regulares, para evitar exploração e conflito social.
Leia também: Partidos anti-imigração na Europa: os mais radicais em 2025
Descubra se existe um caminho para o seu caso.
QUERO ANALISAR MEU CASOLeia o artigo original em italiano na AISE.






































