A seleção da Itália entra em campo nesta terça-feira (31), às 20h45 (15h45 no horário de Brasília), no estádio Bilino Polje, em Zenica, para decidir sua vaga na Copa do Mundo de 2026. O confronto contra a Bósnia e Herzegovina é válido pela final da repescagem e encerra um jejum que já dura 12 anos sem a participação italiana no torneio.
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O técnico Gennaro Gattuso afirmou que assumirá total responsabilidade em caso de eliminação. Segundo o treinador, ficar de fora do Mundial pela terceira vez consecutiva seria um desastre esportivo para o país. Gattuso foi contratado pela Federação Italiana de Futebol (FIGC) com a missão específica de evitar uma nova queda.
A delegação italiana viajou completa para o confronto, incluindo jogadores lesionados como Di Lorenzo e Vicario, além de dirigentes como Gigi Buffon e o presidente da FIGC, Gabriele Gravina. O clima é de união em torno da equipe nacional para superar a pressão do ambiente em Zenica.
A Bósnia, comandada por Sergej Barbarez, aposta na força física e na estratégia defensiva. O estádio terá capacidade reduzida para 8 mil espectadores devido a uma sanção da Uefa. Cerca de 500 torcedores italianos devem acompanhar a partida no local.
No campo tático, Gattuso mantém dúvidas sobre a escalação inicial. O treinador estuda utilizar a estatura de Cristante e a juventude de Pisilli ou Pio Esposito. No entanto, a tendência é a manutenção da dupla de ataque formada por Kean e Retegui, com Locatelli na armação.
Para o comandante italiano, o gramado não servirá de desculpa para um resultado negativo. Gattuso destacou que a equipe evoluiu nos últimos sete meses, tornando-se mais sólida e objetiva para garantir o passaporte rumo à Copa que será disputada nos Estados Unidos, México e Canadá.
















































