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Presidente da Itália aceita reeleição; Porta e Longo votam “sim”

Mattarella aceitou neste sábado (29) a proposta de reelegê-lo para mais sete anos de mandato

Itália aceita reeleição
Presidente da Itália aceita reeleição; Com votos de Fabio Porta e Fausto Longo

O deputado Fausto Longo e o senador Fabio Porta, representantes dos ítalo-brasileiros, votaram pela reeleição do presidente da Itália, Sergio Mattarella.

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Reeleger o presidente da Itália não será a opção de Roberto Lorenzato (Liga), outro deputado italiano eleito no Brasil. “Mattarella é um alto perfil, mas não o meu candidato pessoal”, disse ao Italianismo. Ele preferiu não revelar o seu candidato.

Voto com muito orgulho e convicção, disseFabioPorta (USEI), na tarde deste sábado (29).

Senador Fabio Porta vota para reeleger Sergio Mattarella | Divulgação

Para odeputado Fausto Longo (PD), Mattarella é alguém que já demonstrou a calma e a tranquilidade na condução do país, tanto na delicada função econômica quanto em função da pandemia. “Eu acredito que um período a mais de tranquilidade para a iItália é necessário para que a gente saia deste período crítico e consiga retomar o desenvolvimento do país”, disseo parlamentar.

Mattarella aceitou neste sábado (29) a proposta de reelegê-lo para mais sete anos de mandato. 

Segundo a agência Ansa, ele recebeu representantes dos partidos do governo de Mario Draghi no Palácio do Quirinale, sede da Presidência, e se mostrou disponível a continuar no cargo.   

O deputado Fausto Longo marcou presença na votação deste sábado | Divulgação

O pacto envolve todas as legendas que integram o governo de união nacional encabeçado pelo premiê Draghi e chega após quase uma semana de votações fracassadas no Parlamento – foram 7 até agora – para tentar eleger um novo chefe de Estado.   

O país está em segurança”, afirmou o ex-primeiro-ministro e senador Matteo Renzi, líder do partido de centro Itália Viva (IV).

Com 80 anos de idade, Mattarella está no cargo desde 2015 e encerraria seu mandato no próximo dia 3 de fevereiro.

Ao longo dos últimos meses, ele deu vários sinais de que não queria ser reeleito, mas ele se mostrou o único nome capaz de manter unida uma coalizão tão heterogênea.   

A direita tentou eleger a presidente do Senado, Elisabetta Casellati, na última sexta-feira (28), mas sua votação (382 votos de um total de 1.009) ficou aquém do esperado.

Já a esquerda e o antissistema Movimento 5 Estrelas (M5S) preferiram aguardar para buscar uma solução que englobasse toda a base aliada.   

* Artigo atualizado para incluir a fala de do deputado RobertoLorenzato (Liga)

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