A cidade de Roma iniciou nesta segunda-feira (2) um novo sistema de cobrança de ingressos para a Fontana di Trevi. O monumento barroco é um dos pontos turísticos mais visitados da capital italiana e agora exige o pagamento de uma taxa de dois euros para acesso à área próxima ao reservatório.
O objetivo da medida é combater a superlotação e arrecadar fundos para a preservação do patrimônio. O controle de acesso permite que os turistas fotografem o local com mais facilidade. O sistema funciona das 9h às 22h. Às segundas e sextas-feiras o horário de abertura é às 11h30.
A prefeitura de Roma estima uma arrecadação anual de pelo menos seis milhões de euros (mais de R$ 50 milhões) com a bilheteria. Segundo o secretário de Turismo de Roma, Alessandro Onorato, os recursos pagarão os salários de 25 funcionários contratados para a organização das filas.
A verba também financiará o acesso gratuito de moradores locais a diversos museus da capital. O secretário defendeu o valor da taxa e afirmou que o preço é simbólico diante da importância do monumento. Atualmente, a maior parte da praça ao redor da fonte permanece com acesso livre ao público.

Pessoas com deficiência têm entrada gratuita na área do reservatório. No entanto, o acesso ainda é feito por escadas. O sistema de cobrança em monumentos segue uma tendência na Itália. O Panteão começou a cobrar entradas em 2023 e Veneza implementou uma taxa de acesso para períodos de alta temporada.
A tradição de jogar moedas na água continua permitida. Semanalmente, as autoridades recolhem milhares de euros depositados na fonte. O montante é destinado integralmente para a instituição de caridade Caritas.



























































