Segundo o jornal Il Sole 24 Ore, a crise hídrica no vale do Pó se agrava sem perspectiva de melhora. O Observatório Permanente sobre Usos Hídricos do Distrito do Rio Pó, reunido em 6 de agosto, confirmou situação de forte criticidade: temperaturas acima da média, chuvas insuficientes e lagos alpinos nos mínimos históricos. O Lago Maior atingiu apenas 5,3% de capacidade, classificado como “seca extrema”. Como e Iseo estão em 5,9% e 5%, respectivamente. Só o Garda, com 50%, escapa do colapso. “As reservas dos lagos Maior, Como e Idro estão quase esgotadas”, afirmou Alessandro Delpiano, secretário-geral da Autoridade de Bacia do Pó.
O rio Pó também sofre. Em Pontelagoscuro, perto da foz, a vazão está em 246 metros cúbicos por segundo contra uma média histórica de 709.
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Leia o artigo original em italiano no jornal Il Sole 24 Ore.
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