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Tempo perdido

Trânsito em Roma e Milão está entre os piores da Europa, revela ranking

Roma e Milão estão entre as cidades europeias onde se perde mais tempo no trânsito.

Motoristas em Milão enfrentam alguns dos piores congestionamentos da Europa | Foto: Ansa / Matteo Corner
Motoristas em Milão enfrentam alguns dos piores congestionamentos da Europa | Foto: Ansa / Matteo Corner

Motoristas em Roma e Milão estão entre os que mais perdem tempo no trânsito na Europa. É o que aponta o INRIX Global Traffic Scorecard 2025, que mediu as horas de atraso anual por condutor em grandes centros urbanos.

Roma ocupa a quarta posição no ranking, com uma média de 76 horas perdidas por motorista ao longo de um ano. Milão aparece em oitavo lugar, com 67 horas. Ambas as cidades superam capitais como Bruxelas, Colônia e Varsóvia.

O levantamento coloca Dublin no topo da lista, com 95 horas de atraso por motorista, seguida por Londres (91h) e Paris (90h).

O estudo da INRIX, que analisa dados de tráfego em nível global, serve de base para decisões de mobilidade urbana. Especialistas apontam que o tempo perdido no trânsito impacta diretamente na produtividade, na saúde mental e na qualidade de vida da população.

Congestionamento em Roma e Milão está entre os piores da Europa, mostra estudo | Foto: Railroad Pics
Congestionamento em Roma e Milão está entre os piores da Europa, mostra estudo | Foto: Railroad Pics

Nova York adota pedágio urbano com impacto ambiental e social

Enquanto cidades europeias lidam com os congestionamentos, Nova York implementou uma medida drástica para conter o tráfego em Manhattan. Desde 5 de janeiro de 2025, veículos que entram na área ao sul da 60ª rua pagam um pedágio urbano. A medida, chamada de congestion pricing, foi adotada sem isenções para carros elétricos ou híbridos.

Nos primeiros seis meses, a concentração de partículas PM2,5 caiu 22% na área tarifada, segundo um estudo da revista Nature. Já o número de veículos caiu em média 71.500 por dia, uma redução de 11% em relação ao mesmo período de 2024, de acordo com a Metropolitan Transportation Authority (MTA).

A queda no tráfego contribuiu para a melhora do transporte coletivo, com aumento da velocidade dos ônibus. Também houve impacto positivo no comércio e no fluxo de pedestres. O número de pessoas caminhando aumentou 3,4% na área com pedágio, mais que o dobro da média da ilha de Manhattan.

Outro indicador relevante foi a redução no número de lojas vazias na região, o que sugere que a mobilidade urbana pode influenciar diretamente na economia local.

O modelo de Nova York segue como referência para outras metrópoles que enfrentam desafios parecidos.

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