A pressão para adiar o início das aulas na Itália cresceu com a chegada da sexta onda de calor do verão, que deve fazer de setembro um “agosto bis”, principalmente no Sul do país. O argumento de quem defende o adiamento é a falta de estrutura: nove em cada dez escolas não têm ar-condicionado nas salas. O ministro da Educação, Giuseppe Valditara, se manifestou sobre o assunto, noticiou o jornal La Stampa.
O debate opõe quem quer mudar o calendário escolar e quem defende manter as datas já definidas. Na Itália, o início do ano letivo não é único para todo o país: cada região fixa a própria data, dentro de parâmetros nacionais. Por isso, uma eventual mudança dependeria menos do ministério e mais das administrações regionais, o que ajuda a explicar por que a discussão pesa mais no Sul, onde as temperaturas são mais altas.
Leia também: Calendário escolar 2026/27 na Itália: veja quando começam e terminam as aulas em cada região
Leia o artigo original em italiano no jornal La Stampa.
Newsletter
Últimas do Italianismo
Todo dia, às 18h, um resumo do que aconteceu na Itália direto no seu e-mail.
É gratuito e você cancela quando quiser.





































