Siga o Italianismo

Olá, o que deseja procurar?

Italianismo – Notícias sobre a ItáliaItalianismo – Notícias sobre a Itália

Cidadania

Deputado quer cidadania italiana para estrangeiro que prestar serviço militar

Vannacci: cidadania italiana a estrangeiros que provarem amor à pátria com serviço militar.

Vannacci propõe cidadania italiana a estrangeiros que servirem nas Forças Armadas | Divulgação
Vannacci propõe cidadania italiana a estrangeiros que servirem nas Forças Armadas | Divulgação

O eurodeputado Roberto Vannacci, da Lega, e ex-oficial do Exército italiano, propôs nesta sexta-feira, 19, a concessão da cidadania italiana a estrangeiros que ingressarem nas Forças Armadas. A declaração foi feita durante o programa “ZTL”, apresentado por Gabriele Cappi na Giornale Radio FM.

Segundo Vannacci, o serviço militar seria uma forma legítima de demonstrar amor à Itália. “Conceder a cidadania italiana a quem servir no Exército, inclusive os ‘maranza’? É uma proposta que faz sentido”, afirmou. O termo “maranza” é usado, muitas vezes de forma pejorativa, para se referir a jovens de origem estrangeira nas periferias urbanas.

Para o general do Exército italiano, o serviço deveria ter duração significativa e incluir manifestações claras de desejo de pertencer à sociedade italiana. “Poderia ser um dos passos para obter a cidadania”, disse.

Vannacci também criticou o critério de nascimento em solo italiano como justificativa para concessão automática de cidadania. “A cidadania não deve ser um automatismo ligado à escola ou ao local de nascimento, mas ao amor pela nação”, completou.

Confira também:

Italianos no exterior

Nova praça em Los Angeles celebra imigrantes italianos em bairro símbolo da diáspora.

Referendo 2026

Informe-se sobre o referendo constitucional na Itália. Eleitores no AIRE têm até 24 de janeiro para solicitar o voto presencial.

Cotidiano

Sem equipe do PNRR, Justiça italiana corre risco de colapso na cidadania, alerta Associação Nacional dos Magistrados da Itália.

Cidadania em Roma

"Já tentaram centralizar uma vez as transcrições em Roma e isso não deu muito certo", diz Pasquale Matafora