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Cotidiano

Apenas 12% dos italianos rejeitam vacina contra Covid

Rejeição à vacina contra a Covid-19 chega a 25% nos EUA e 40% na França. Resistência é mais baixa na Itália (12%)

vacina contra Covid
Apenas 12% dos italianos rejeitam vacina contra Covid | Foto: Matteo Bazzi/EPA

A Itália tem a menor parcela de pessoas que rejeitam a vacina contra a Covid-19. Cerca de 12% dos italianos afirmam que, definitivamente ou provavelmente, não devem se imunizar, de acordo com pesquisa feita pela consultoria Kantar Public.

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Com 40%, a França tem a maior parcela de pessoas que se opõem à vacinação – cerca de quatro em cada 10 franceses não pretendem tomar a vacina.

O ceticismo é alto também na Alemanha e nos EUA: 26% dos americanos e 23% dos alemães rejeitam a imunização.

O resultado mostra o tamanho do desafio que muitos governos devem enfrentar para vacinar a população.

Quantos vacinados na Itália? Site informa dados em tempo real

Além da Itália, a resistência contra a vacina da Covid é baixa também no Reino Unido (14%) e na Holanda (17%), segundo o levantamento conduzido entre os dias 13 e 26 de janeiro, em sete países.

Isso revela uma correlação entre a relutância à vacinação e a confiança nos respectivos governos.

Apenas 11% dos cidadãos nos Estados Unidos e 13% dos franceses dizem que seus governos são fontes confiáveis de informação sobre as vacinas. Na Holanda e no Reino Unido, a confiança no governo é de 30%.

O estudo também sugere que o ritmo de vacinação em cada país também está ligado à confiança nas vacinas e nos governos.

Mais de 60% dos entrevistados britânicos responderam que estavam satisfeitos ou muito satisfeitos com a velocidade da campanha de vacinação no Reino Unido, enquanto apenas 31% respondem o mesmo na França – que tem o ritmo de vacinação mais lento da União Europeia (UE).

No entanto, na Holanda – que até agora conseguiu entregar uma dose para apenas 1,8% da população, bem abaixo da média europeia –, 58% dos entrevistados dizem que estão satisfeitos com a campanha nacional de imunização.

Em todos os sete países que participaram da pesquisa – Itália, França, Alemanha, Holanda, Índia, Reino Unido e Estados Unidos –, médicos de família e autoridades nacionais de saúde foram considerados como fontes de informação muito mais confiáveis quando o assunto é vacina.

Em média, os profissionais são considerados confiáveis por 39%, e as autoridades de saúde por 41%.

Resistência

A pesquisa também indicou que homens, em geral, demonstram menos resistência às vacinas, com 74% dizendo que definitivamente ou provavelmente buscariam a vacinação.

Entre as mulheres, 69% dão a mesma resposta. Além disso, a resistência à vacina é maior entre pessoas mais jovens.

Mais da metade dos franceses entre 25 e 34 anos, e um terço dos holandeses na mesma faixa etária, dizem que definitivamente ou provavelmente não se vacinariam.

Na média dos sete países pesquisados, apenas 32% dos jovens entre 18 e 24 anos dizem que pretendem receber as aplicações.

Entre todos os sete países, as preocupações com a saúde são citadas como o principal fator para a resistência: quase metade dos entrevistados com baixa probabilidade de buscar a vacina diz que está preocupada com a segurança, enquanto 29% querem ter mais informações sobre a imunização. (Com agências internacionais)

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