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Comer e beber

7 comidas exóticas para provar (ou não) na Itália

Esqueça a pizza, a lasanha, os cannoli… Separamos 7 iguarias italianas para os fortes de estômago

A Itália é conhecida mundialmente por ter uma gastronomia rica, com excelentes ingredientes, pela grande variedade, e também pela sua antiga tradição culinária.

No entanto, o país da pizza e da pasta tem algumas iguarias “estranhas” para o paladar da maioria dos turistas.

Lampedrotto

Lampedrotto é típico de Florença | Reprodução

Em Florença, na Toscana, uma das principais comidas de rua leva estômago de vaca (o obomaso), que é cozido durante muito tempo, tomate, cebola, salsa e aipo.

Esse lanche típico surgiu há muitos séculos entre os camponeses.

Sanguinaccio

Receita original do sanguinaccio leva sangue de porco | Reprodução

Sanguinaccio é um doce feito com sangue de porco, chocolate, leite, pinhões, passas e açúcar.

Em Nápoles, é tradicionalmente preparado para a Carnevale – a festa antes da Quaresma, mas com versão mais light, que excluiu o sangue na produção.

O doce pode ser degustado (se você tem estômago forte) também na Calábria. Mas não pense encontrar a iguaria em algum restaurante da região. O doce foi proibido devido o alto risco de contaminação.

Coglioni di mulo

Receita do coglioni di mulo tem origem ancestrais | Reprodução

Testículos de mula, em tradução livre, é sem dúvida um produto de origens ancestrais, apreciado por quem procura sabores fortes. O “salame” é conhecido pelo recheio que leva uma generosa barra de gordura no seu núcleo central.

É típico de Norcia, na Úmbria.

Casu Marzu

Queijo casu marzu é feito com larvas de moscas | Reprodução

Se você acha que os franceses tem os queijos mais fedidos do planeta espere até conhecer (e quem sabe provar) o Casu Marzu, da Sardenha.

Pequenas larvas de moscas são responsáveis pela fermentação do leite, resultando em um queijo mais macio e saboroso.

Só tem mais um detalhe: o queijo torna-se tóxico quando as larvas morrem. Por isso é importante degustar a iguaria com as larvas ainda vivas.

Rigatoni con la pajata

A pajata é uma iguaria é feita com intestino de bezerro não desmamado | Reprodução

O Rigatoni con la pajata é um prato clássico da culinária romana. Pajata é o termo para o intestino de um bezerro não desmamado, ou seja, alimentado apenas com o leite de sua mãe.

Teoricamente, esse leite torna a proteína muito cremosa e saborosa após o cozimento.

Geralmente, a Pajata é servida em um molho com rigatone, uma massa curta em forma de tubo, mas também pode ser grelhada.

Pani câ meusa

Pani câ meusa é feita com partes menos nobres do boi ou vitela | Reprodução

Comida de rua da Sicília, o pani câ meusa nasceu há cerca de 1100 anos, de acordo com os historiadores.

O sanduíche é típico de Palermo e consiste em um pão macio coberto com gergelim, recheado com pulmão de vitela, traqueia do boi e baço picados, que foram cozidos e depois fritos em banha.

Seu nome italianizado é panino con la milza.

Lumaca

Costume de comer lumache foi herdado da vizinha França | Reprodução

Que tal uma pratada de lesma? Na região do Piemonte é muito comum encontrar, em determinada época do ano, a iguaria conhecida como lumaca.

O molusco é servido como aperitivo. O costume foi herdado dos franceses – o Piemonte faz divisa com a França.

Escreva nos comentários qual o prato que você teria coragem de experimentar, ou qual é o mais estranho.

COMIDAS EXÓTICAS E ESTRANHAS NA ITÁLIA
Lampedrotto – feito com estômago de vaca.
Sanguinaccio – doce feito com sangue de porco.
Coglioni di mulo – Espécie de salame com barra de gordura.
Casu Marzu – Queijo com larvas.
Rigatoni con la pajata – Pasta com intestino de um bezerro.
Pani câ meusa – Lanche miúdos de vaca.
Lumaca – Caracóis terrestres comestíveis.

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