O fim de 2026 se tornou prazo operativo para quem planeja obras na própria casa na Itália, porque algumas das principais deduções fiscais dependem das despesas feitas até 31 de dezembro. Não significa que todos os bônus precisem ser pedidos até essa data. Na maioria dos casos, são benefícios que se formam ao arcar com uma despesa e são recuperados depois na declaração de renda, em várias parcelas anuais, informou o jornal Il Messaggero, nesta segunda-feira (28).
A distinção importa para o contribuinte porque o simples início de uma obra nem sempre basta para manter a alíquota prevista para 2026. O que define o benefício é o ano em que a despesa é efetivamente paga. Uma despesa adiada para janeiro de 2027 pode cair em um regime fiscal diferente do aplicável agora. Por isso, quem já previu intervenções precisa verificar faturas, pagamentos, título edilício e, sobretudo, a data real do pagamento.
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No bônus reformas, a dedução é de 50% das despesas feitas em 2025 e 2026 quando a obra atinge a moradia principal e é bancada pelo proprietário ou pelo titular de um direito real. Nos demais casos, a alíquota ordinária é de 36%. O limite de despesa permanece fixado em 96 mil euros por unidade imobiliária.
A partir de 2027, salvo novas mudanças na lei, o quadro muda. A dedução prevista cai para 36% no caso da moradia principal e para 30% nas demais situações.
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