1º Canberra 100,0 pontos
A capital australiana lidera a categoria. Segundo a Oxford Economics, se destaca pela renda elevada dos moradores, pela distribuição de riqueza relativamente equilibrada e pela grande oferta de espaços culturais e de lazer.
2º Bergen 94,3 pontos
A segunda colocada é a cidade portuária norueguesa conhecida pelo bairro histórico de Bryggen, com casas de madeira coloridas tombadas como patrimônio da Unesco.
3º Singapura 91,6 pontos
A cidade-Estado asiática completa o pódio. É a única cidade da Ásia entre as dez primeiras em qualidade de vida.
4º Grenoble 90,8 pontos
Aos pés dos Alpes, no sudeste da França, Grenoble é a francesa mais bem colocada na categoria e a segunda europeia, atrás apenas de Bergen.
5º Berna 89,8 pontos
A capital federal da Suíça é a primeira das três cidades suíças entre as 15 melhores, ao lado de Basileia e Zurique.
6º Oslo 89,3 pontos
Com a capital em sexto lugar, a Noruega é o único país com duas cidades entre as dez primeiras em qualidade de vida.
20º Veneza 86,3 pontos
A italiana mais bem colocada aparece em 20º lugar, à frente de Friburgo, na Alemanha, de Seattle, nos Estados Unidos, e de Antuérpia, na Bélgica. Entre as cidades europeias, Veneza é a 15ª.
25º Pádua 85,3 pontos
Com 85,3 pontos, Pádua empata com Hsinchu, em Taiwan, e fica entre o 24º e o 25º lugar. A cidade do Vêneto abriga uma das universidades mais antigas do mundo, fundada em 1222.
28º Gênova 85,1 pontos
A capital da Ligúria completa o trio italiano no top 30, com 85,1 pontos, à frente de Utrecht, na Holanda, e de Bratislava, na Eslováquia.
Três cidades italianas estão entre as 30 melhores do mundo para viver em 2026, segundo a categoria qualidade de vida do Global Cities Index, da consultoria britânica Oxford Economics. Veneza é a mais bem colocada, em 20º lugar, seguida por Pádua, entre o 24º e o 25º lugar, e por Gênova, em 28º.
O levantamento compara mil cidades de todos os continentes. Na categoria qualidade de vida, o índice considera seis indicadores: renda por habitante, desigualdade de renda, peso da moradia e das contas no orçamento das famílias, expectativa de vida, criminalidade e acesso a espaços culturais e de lazer.
Canberra, na Austrália, lidera a lista, seguida por Bergen, na Noruega, e por Singapura. A galeria acima mostra as seis primeiras colocadas e as três cidades italianas do top 30.
Completam o top 10 Luxemburgo (89,0 pontos), Dresden, na Alemanha (88,5), Gante, na Bélgica (88,4), e Paris (88,1).
As cidades italianas no ranking
Veneza aparece em 20º lugar, com 86,3 pontos, logo à frente de Friburgo, na Alemanha, e de Seattle, nos Estados Unidos. Pádua soma 85,3 pontos, a mesma pontuação de Hsinchu, em Taiwan, e fica entre a 24ª e a 25ª posição, conforme o critério de desempate. Gênova completa o trio italiano em 28º, com 85,1 pontos, à frente de Utrecht, na Holanda, e de Bratislava, na Eslováquia.
Considerando apenas as cidades europeias, Veneza é a 15ª, Pádua a 18ª e Gênova a 20ª. Também aparecem entre as 100 primeiras da Europa Florença (53ª), Bolonha (64ª), Milão (72ª) e Verona (80ª). Roma está apenas em 134º lugar no continente.
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Qualidade de vida não é o ranking geral
O Global Cities Index avalia as cidades em cinco dimensões: economia, capital humano, qualidade de vida, meio ambiente e governança. A galeria desta reportagem mostra só a categoria qualidade de vida.
No ranking geral, que soma as cinco dimensões, Nova York lidera, seguida por Londres e Paris. Milão é a italiana mais bem colocada, em 86º lugar, e Roma aparece em 119º. Nova York, primeira no geral, é apenas a 86ª em qualidade de vida.