A corrida ao abastecimento marcou o primeiro dia do teto nos preços dos combustíveis nos postos Eni e Enilive na Itália. Em Nápoles, motoristas formaram filas desde o amanhecer, enquanto em Roma e Milão não houve tumulto nas primeiras horas. A gasolina foi bloqueada em 1,990 euro por litro e o diesel em 2,190 euro no self, com média ponderada de menos 7 milésimos por litro, informou o jornal Il Messaggero, nesta segunda-feira (28).
A Eni fixou o preço máximo a partir de 28 de setembro e por ao menos trinta dias, com 1,99 euro por litro para a gasolina e 2,19 euro para o diesel na rede Enilive. Depois da Eni, a empresa energética do Azerbaijão Socar, presente na Itália por meio da controlada Italiana Petroli, anunciou que também vai instituir um teto para gasolina e diesel, com preços e condições ainda a definir.
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Em Nápoles, um posto da via Cristoforo Colombo distribuiu mais de dois mil litros de gasolina em cerca de três horas e meia e chegou a expor cartazes de ‘esgotado’ nas bombas. “Foi um vai e vem contínuo”, disse o gestor Maurizio Ferrara, no setor há cerca de 40 anos. Ele comparou o movimento ao de dias de greve. Filas também foram registradas em postos de áreas mais periféricas da cidade.
Em Roma, nas zonas verificadas, os preços do diesel self em postos sem o teto variavam entre 2,378 e 2,506 euro por litro, e a gasolina entre 2,168 e 2,239 euro.
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