ATUALIZAÇÃO · 21/09/2026 às 20:49
O governo italiano deve levar o decreto sobre a escola ao Conselho de Ministros na quinta-feira, segundo a La Repubblica. O texto prevê teto de 30% de alunos estrangeiros por turma e proibição de burca e nicabe nas escolas.
(Segundo o jornal La Repubblica, ver original.)
ATUALIZAÇÃO · 21/09/2026 às 20:25
O presidente Sergio Mattarella defendeu que a escola evite a formação de guetos, produza coesão social e conquiste a confiança das famílias. A fala ocorre após o governo Meloni fixar teto de 30% de alunos estrangeiros por turma nas escolas italianas.
(Segundo o jornal Il Fatto Quotidiano, ver original.)
ATUALIZAÇÃO · 21/09/2026 às 19:59
O teto de 30% de alunos estrangeiros por turma na Itália deve atingir entre 20 mil e 30 mil estudantes, de um total de mais de 8 milhões. A regra vale só para quem não tem cidadania e reprova em teste de italiano, não para todos os matriculados de origem estrangeira.
(Segundo o jornal Il Messaggero, ver original.)
ATUALIZAÇÃO · 21/09/2026 às 00:53
As escolas italianas têm 930 mil alunos estrangeiros, 11,6% do total, da creche ao ensino médio, segundo o relatório da Ismu. A Lombardia concentra mais de um quarto, com 236 mil. Milão lidera entre as cidades, com 79.039, seguida por Roma, Turim e Brescia.
(Segundo o jornal Il Sole 24 Ore, ver original.)
ATUALIZAÇÃO · 20/09/2026 às 20:41
O teto de 30% de alunos estrangeiros por turma valeria só para estudantes de cidadania não europeia que falam pouco ou nada de italiano, e não para todos os estrangeiros. O ministro Valditara quer transformar a regra, que existe em circular de 2010, em decreto.
(Segundo o jornal La Repubblica, ver original.)
ATUALIZAÇÃO · 20/09/2026 às 13:28
Diretores de escolas italianas dizem que o limite de alunos estrangeiros por turma é difícil de aplicar. Para Antonello Giannelli, presidente da Anp, a ideia é razoável no plano didático, mas escolas precisam matricular as crianças do bairro. Ele lembra que circular não é lei.
(Segundo a agência ANSA, ver original.)
ATUALIZAÇÃO · 20/09/2026 às 12:58
Além do teto de alunos estrangeiros por turma, Meloni anunciou a proibição de burca e niqab nas escolas e a obrigação de os pais de estudantes estrangeiros com dificuldade de inserção aprenderem italiano. O anúncio foi feito no evento Fenix, em Roma.
(Segundo o jornal Il Sole 24 Ore, ver original.)
O governo italiano vai introduzir um número máximo de estudantes estrangeiros por turma nas escolas do país. A premiê Giorgia Meloni também defendeu a proibição do véu integral no ambiente escolar. As duas medidas foram apresentadas como parte da linha do Executivo sobre imigração e integração, informou o jornal Il Fatto Quotidiano, nesta domingo (20).
Leia também: Calendário escolar 2026/27 na Itália: veja quando começam e terminam as aulas em cada região
A proposta atinge diretamente a rotina das escolas italianas, em regiões onde a presença de filhos de imigrantes é maior. Um teto de alunos estrangeiros por classe altera a distribuição das matrículas e obriga a rede de ensino a redistribuir estudantes entre unidades. O véu integral cobre o rosto por completo, e sua proibição em escolas é bandeira antiga de setores da direita europeia.
Giorgia Meloni lidera o governo da Itália à frente do partido Fratelli d’Italia, de direita. A imigração é um dos eixos centrais de sua gestão, e as escolas passaram a ocupar lugar de destaque no debate sobre integração de estrangeiros no país.
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