O governo da Itália recuou das medidas mais severas que constavam das primeiras versões do decreto sobre a escola, entre elas a que previa retirar os filhos de pais que recusassem determinadas regras. As primeiras minutas eram bem mais draconianas do que o texto aprovado pelo Conselho de Ministros. Prevaleceu o direito ao estudo, com a fórmula do respeito ao estudante repetida várias vezes na lei, informou o jornal La Repubblica, nesta sexta-feira (25).
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A guinada atende ao que o Quirinale havia pedido. O Quirinale é a sede da Presidência da República italiana e funciona como guardião das garantias constitucionais. O órgão orientou que o texto respeitasse o estudante antes de tudo, e essa formulação passou a aparecer mais de uma vez na proposta.
Segundo a reportagem, as primeiras versões do texto governamental eram muito mais duras do que a redação final. A expressão “tirar os filhos de quem recusa” chegou a constar de uma das minutas. A versão que saiu do Conselho de Ministros, porém, aparou os pontos mais extremos.
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