Segundo o jornal La Stampa, os prontos-socorros italianos operam no limite durante o pico de agosto, com falta de ao menos sete mil médicos nas unidades de emergência. Corredores chegam à capacidade máxima e idosos ficam em macas por até três dias antes de conseguir uma vaga em leito hospitalar.
O problema se repete todos os agostos: médicos tiram férias no mesmo período em que o calor intenso faz disparar os atendimentos de emergência. Com cidades esvaziadas pelo recesso, a demanda se concentra nas unidades que ficam abertas, tornando o colapso da rede de emergência, segundo o jornal, um “curto-circuito anunciado”. As ondas de calor agravam ainda mais a pressão sobre um sistema já reduzido.
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QUERO ANALISAR MEU CASOLeia o artigo original em italiano no jornal La Stampa.






































