Países europeus adotam modelos diferentes para integrar alunos estrangeiros que ainda não dominam a língua local, com classes de transição, aulas de reforço e testes já na educação infantil. O objetivo declarado não é a separação, mas levar o aluno ao mesmo nível da turma comum. Nenhum país fixa por lei um teto rígido para o número de estrangeiros na sala, informou o jornal Il Fatto Quotidiano, nesta terça-feira (22).
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Na França, quem chegou há menos de um ano entra no sistema UPE2A, um apoio temporário que busca colocar o aluno na turma comum em cerca de 12 meses. Nesse período, ele sai da classe por algumas horas por semana para aulas intensivas de língua com professores especializados. No restante do tempo, segue as matérias onde a barreira do idioma pesa menos, como matemática, música e educação física. Para quem já vive no país há mais tempo, há reforço em pequenos grupos e planos personalizados. A idade obrigatória para a escola caiu para três anos.
A Alemanha insere os recém-chegados em classes de boas-vindas, onde ficam de 6 a 18 meses antes de passar às turmas regulares. Já na educação infantil, todas as crianças fazem um teste de língua. Quem não fala ou não entende o alemão o suficiente é obrigado a frequentar cursos intensivos gratuitos.
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