Cerca de 71% das famílias italianas pretendem reduzir consumos diante da alta dos combustíveis e do custo de vida. Os cortes devem recair sobre lazer, aquecimento e transporte. As renúncias não são iguais para todos e mudam conforme o perfil de cada casa. Uma em cada cinco famílias afirma que vai cortar também despesas com saúde, informou o jornal Il Fatto Quotidiano, nesta terça-feira (29).
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O aumento do preço dos combustíveis pesa sobre o orçamento doméstico e muda hábitos de consumo. Combustível mais caro encarece o transporte e pressiona o custo de produtos e serviços. Com renda limitada, as famílias precisam escolher onde economizar. O corte no aquecimento e no deslocamento aparece como resposta imediata à pressão sobre as contas do mês.
A conclusão vem de levantamento da Eumetra, instituto de pesquisa social. O estudo aponta que sete em cada dez famílias preveem comprimir algumas despesas. As escolhas variam conforme a situação de cada domicílio. O dado mais grave é o de que parte das famílias planeja reduzir gastos com saúde, área em que o corte tem efeito direto sobre o bem-estar.
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