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Cidadania Italiana

Bolsonaro, Moro e Doria: quem tem cidadania italiana

O capitão, o ex-juiz e o governador de SP são cidadãos italianos por direito de sangue, desde que nasceram

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Bolsonaro, Doria e Moro: quem tem cidadania italiana

Jair Bolsonaro, João Doria Junior e Sérgio Moro, três presidenciáveis em 2022, têm cidadania italiana desde o nascimento. Isso é o que diz a Lei Italiana.

A Itália, assim como a maioria dos países, reconhece seus filhos, ainda que eles tenham nascido fora do seu território. Ela respeita a ius sanguinis (a lei do sangue). Na Itália, não há limite de geração para requerer a cidadania.

Então, o capitão, o atual governador de São Paulo e o ex-juiz são cidadãos italianos por direito de sangue, desde que nasceram. Não importa se eles nunca tenham solicitado o documento italiano. Não é o papel que confere a nacionalidade; ele apenas certifica que o direito existe.

Em novembro de 2021, alguns órgãos de imprensa no Brasil publicaram erroneamente a notícia de que a prefeita de Anguillara Veneta tinha “concedido cidadania italiana a Bolsonaro”.

É falta de conhecimento do jornalista. Não é possíveldar cidadania para quem já tem.

O que a prefeita fez foi conceder uma honraria ao bisneto do patriarca Vittorio Bolzonaro (sim, o sobrenome correto é esse), originário de Anguillara Veneta.

João Doria Junior declarou em 2017, pouco antes de embarcar para a Itália para uma viagem de negócios, que a “cidadania italiana é de coração”. “Eu não fiz, poderia solicitar, mas sou muito brasileiro e amo muito meu país”.

Sérgio Moro, o juiz que conquistou fama ao mandar para a cadeia figurões como Lula, por exemplo, outro presidenciável em 2022 e condenado por corrupção na operação Lava-Jato, também tem sangue italiano.

Os trisavós deSérgio Moro vieram do Vêneto. Giuseppe Moro era de Breganze eMargharita Novello, de Sandrigo, ambas cidades da província de Vicenza, naregião norte da Itália.

As regras mais importantes impostas pela Itália para reconhecer a cidadania de um descendente são basicamente duas:

1) Ele precisa provar que tem um antepassado italiano. Neste caso, Bolsonaro, Doria e Moro têm sangue italiano;

2) É preciso provar que ninguém, na linha sucessória, perdeu a nacionalidade original italiana por ter-se naturalizado.

Preenchidas as duas condições, o descendente – não importa qual seja o grau – será reconhecido como italiano de pleno direito.

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