O ministro das Relações Exteriores da Itália, Antonio Tajani, defendeu o presidente egípcio Abdel Fattah al-Sisi após as três condenações pela tortura e pelo homicídio do pesquisador italiano Giulio Regeni. Segundo Tajani, o Egito não foi condenado, mas três pessoas. Ele acrescentou que, por enquanto, trata-se de uma sentença de primeiro grau, informou o jornal Il Fatto Quotidiano, nesta terça-feira (29).
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As três condenações representam a verdade e a justiça esperadas há anos pela morte de Regeni, morto no Egito. Elas carregam também forte valor simbólico. São a primeira vitória real contra o regime de al-Sisi, que desde o início do caso rejeitou a responsabilidade sobre o crime.
Giulio Regeni era um pesquisador italiano. Seu corpo foi encontrado no Egito com sinais de tortura. O caso abriu uma longa crise entre Roma e o Cairo e mobilizou a família e organizações que cobravam a apuração das responsabilidades pela morte.
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