A Itália mantém dez refinarias tradicionais em operação, contra cerca de vinte no início dos anos 1990, quando a capacidade de refino chegava a perto de 100 milhões de toneladas. No ano passado, essa capacidade caiu para 83,3 milhões, recuo de 16,7%, e a produção efetiva foi de 63,7 milhões de toneladas. Diante da crise internacional no fornecimento, os ministros das Empresas, Adolfo Urso, e do Ambiente, Gilberto Pichetto Fratin, convocaram as companhias do setor para 8 de outubro, para avaliar se é possível produzir mais, informou o jornal Il Messaggero, nesta sábado (26).
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O ponto de partida é a taxa média nacional de uso das refinarias, de 77%. É uma média de todo o sistema e não diz quanto cada usina trabalha. Por isso, os 23% não utilizados não podem ser tratados automaticamente como produção adicional. Cada instalação tem características e processos distintos, e o percentual de uso depende de fatores técnicos. As dez refinarias tradicionais ativas ficam em Priolo, Sarroch, Sannazzaro de’ Burgondi, Taranto, Milazzo, Augusta, Trecate, Falconara, Ravenna e Busalla. Marghera e Gela viraram biorrefinarias, e Livorno está em conversão.
O consumo interno é de cerca de 62 milhões de toneladas por ano, mas o país não é autossuficiente em todas as categorias. As importações concentram-se em diesel, combustível de aviação e GLP, e cerca de um terço vem do Oriente Médio e da Ásia.
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