O governo italiano pediu que as demais companhias de petróleo sigam o exemplo da Eni e apliquem teto ao preço dos combustíveis. A estatal anunciou um desconto de 17 centavos sobre os valores médios, o que manterá a gasolina abaixo de 1,99 euro e o diesel em até 2,19 euros por litro. A medida vale pelos próximos trinta dias, podendo se estender até o fim de dezembro. “Espero que outras companhias sigam a Eni”, disse o ministro das Relações Exteriores e vice-premiê, Antonio Tajani, informou o jornal Il Messaggero, nesta sábado (26).
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O apelo chega em meio à alta nas bombas. Na cidade, o litro da gasolina foi vendido a 2,158 euros, e o do diesel chegou a 2,357 euros. Nas rodovias, o abastecimento alcançou 2,439 euros por litro. Os preços refletem o primeiro dia da redução pela metade do desconto sobre os impostos dos combustíveis, agora em 6,1 centavos. Desde o início da crise no estreito de Ormuz, o governo já gastou cerca de 2,8 bilhões de euros para conter o custo do combustível.
Tajani afirmou que venceu a linha do diálogo e do envolvimento, e não a das novas taxas, em resposta indireta à Liga, aliada que pressiona por uma contribuição dos grandes bancos na próxima lei orçamentária. O desconto do governo sobre o diesel vale até 5 de outubro.
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