O governo italiano estuda uma nova versão do Ecobonus, com dedução fiscal de até 65% para obras que reduzam o consumo de energia das casas, a valer a partir de 2027. Entre as intervenções que poderiam entrar na medida estão a troca de esquadrias, o isolamento térmico externo, os toldos, as bombas de calor, os sistemas híbridos e o solar térmico. A proposta ainda não é definitiva, noticiou o jornal Il Messaggero, nesta sábado (3).
Na prática, o incentivo tende a baratear reformas voltadas à economia de energia. O objetivo declarado é apoiar obras que permitam às famílias consumir menos energia e reduzir a dependência de combustíveis fósseis. Trocar as janelas, instalar o chamado cappotto termico (revestimento que isola as paredes externas) ou substituir o antigo sistema de aquecimento poderia se tornar mais vantajoso com a dedução.
A hipótese se insere no quadro dos recursos ligados à flexibilidade europeia para investimentos em segurança energética. O perímetro das obras potencialmente contempladas já está delineado, embora a medida ainda precise ser confirmada. Além da troca de esquadrias e do isolamento térmico, a lista inclui toldos, bombas de calor, sistemas híbridos e solar térmico.
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