O fim do imposto anual sobre motos e carros de até 80 kW previsto para 2027 não convenceu os italianos. Para 58% dos entrevistados, a medida é apenas uma promessa eleitoral, e só um em cada três (33%) a considera positiva e capaz de ajudar as famílias em dificuldade. Ao mesmo tempo, a aprovação do governo de Giorgia Meloni caiu para 33%, três pontos a menos que na medição de 4 de setembro, enquanto os julgamentos negativos ficaram em 59%, informou o jornal Il Fatto Quotidiano, nesta quinta-feira (24).
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O imposto em questão equivale ao IPVA brasileiro, cobrado todos os anos dos donos de veículos. A pesquisa foi feita pela Youtrend para a Sky TG24, com metodologia CAWI, entre 18 e 22 de setembro de 2026, ouvindo 810 pessoas. A margem de erro é de 3,4 pontos, com intervalo de confiança de 95%. A opinião sobre a medida acompanha a orientação política dos entrevistados. Entre eleitores de centro-direita, 71% aprovam. No campo progressista, 91% a veem como eleitoreira.
Na intenção de voto, o Fratelli d’Italia, de Meloni, segue estável em 26,5% e mantém a liderança. O Partido Democrático cai para 21,1%, e o Movimento 5 Estrelas sobe para 13,2%. A Liga registrou o maior avanço, chegando a 5,1%, poucos dias após o encontro de Pontida, onde Matteo Salvini anunciou a convocação de um congresso extraordinário.
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