Hospitais suíços que trataram 12 pacientes italianos gravemente queimados no incêndio da noite de Ano Novo no Constellation, em Crans Montana, apresentaram a conta às famílias: 1,5 milhão de francos, o equivalente a mais de 1,6 milhão de euros. A cobrança chega às vésperas do primeiro aniversário da tragédia. Agora, as faturas precisam ser pagas, mas o governo italiano reagiu com indignação, noticiou o jornal La Repubblica, nesta sexta-feira (9).
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Crans Montana é uma estação de esqui nos Alpes suíços, destino de turismo de inverno. O incêndio atingiu o Constellation na virada do ano e deixou feridos graves, vítimas de queimaduras que exigiram internação prolongada. Na Suíça, o atendimento hospitalar costuma gerar faturas de alto valor cobradas diretamente dos pacientes ou de suas famílias, situação que agora recai sobre as famílias italianas atingidas.
A revolta do governo italiano se intensificou depois de um episódio em abril, envolvendo um jovem de 17 anos de Roma, segundo o relato. O caso reacendeu o debate sobre quem deve arcar com os custos do tratamento das vítimas da tragédia.
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