Os casos de Covid-19 voltaram a crescer na Itália com a chegada do outono, embora o quadro epidemiológico continue distante dos níveis da emergência sanitária dos anos de pandemia. Entre 7 e 13 de setembro, foram registrados 128 novos casos no país, 74 deles na Lombardia, mais da metade do total nacional. As autoridades não descrevem uma nova emergência e concentram a atenção no monitoramento das variantes, informou o jornal Il Messaggero, nesta quarta-feira (30).
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A vigilância acompanha variantes que derivam da família Ômicron, em especial da linha JN.1. Entre elas está a XFG, classificada pela Organização Mundial da Saúde como variante sob monitoramento desde junho de 2025. O Centro Europeu de Prevenção e Controle das Doenças, o ECDC, também mantém a XFG na lista. Nos dados de setembro de 2026, a agência europeia aponta a XFG como dominante entre as sequências comunicadas, sem sinais de maior gravidade. As variantes NB.1.8.1 e BA.3.2 seguem em observação. A OMS afirmou que nenhuma das variantes monitoradas mostrou aumento do risco para a saúde pública.
Os sintomas das formas em circulação não diferem muito dos observados nas fases dominadas pela Ômicron. Febre, tosse, dor de garganta, cansaço e congestão nasal estão entre os mais comuns.
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