Apenas 1% dos pistaches vendidos com o nome de Bronte vêm de fato da região, na Sicília. O restante é imitação ou é apenas processado na cidade, sem ter origem local. A informação parte dos próprios produtores brontesi, que apontam uma série de cuidados para o consumidor reconhecer a qualidade e não ser enganado, publicou o jornal La Stampa, nesta quarta-feira (30).
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Bronte fica na encosta do vulcão Etna, na Sicília, e dá nome a um dos pistaches mais valorizados da Itália. O fruto é usado em doces, massas, molhos e embutidos, e costuma ter preço muito acima do de outras origens. Por isso o nome vira alvo de imitação: produtos de fora da região são vendidos como se fossem locais, ou passam apenas pela etapa de processamento na cidade para justificar o rótulo.
Os produtores resumem o problema em uma frase direta. “Só 1% dos pistaches vem das nossas zonas, o resto é imitação”, afirmam. A distinção importa para quem paga mais esperando o produto siciliano. Segundo os cultivadores, existem sinais que ajudam a identificar o pistache genuíno de Bronte na hora da compra.
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