O diploma de mestrado em engenharia na Itália vai se tornar habilitante e passará a incluir uma prova que substituirá o exame de Estado, hoje exigido para o exercício da profissão. Dentro do curso será inserido um estágio prático-avaliativo com exame sobre temas profissionais e da ordem. Ao todo, 21 classes de mestrado serão habilitantes, entre elas engenharia civil, aeroespacial, química, elétrica, mecânica, naval, informática e biomédica, informou o jornal Il Sole 24 Ore, nesta sexta-feira (25).
A regra ainda depende de um regulamento em fase final. A mesa técnica no Ministério da Universidade e da Pesquisa, ligada à aplicação da lei 163/2021, deve encerrar os trabalhos em outubro. Depois virão um decreto presidencial e um decreto ministerial para dar início ao novo sistema. Carmela Pierri, dirigente do ministério, disse que o objetivo é começar já no próximo ano acadêmico.
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Ao mesmo tempo, a ordem dos engenheiros será reorganizada para se alinhar ao novo modelo de diplomas. A seção B, dos engenheiros juniores, tende a desaparecer aos poucos. Os atuais três setores passarão a cinco, acessíveis apenas a quem tem mestrado: engenharia civil e ambiental, industrial, da informação, biomédica e clínica, e de gestão.
Ficam preservados os direitos já consolidados. O exame de Estado continuará valendo para quem obteve o título antes da entrada em vigor do diploma habilitante.
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