A Itália quer criar mais 30 mil vagas em moradias estudantis e chegar à marca recorde de 113.223 leitos. A meta do Ministério da Universidade e da Pesquisa é completar até o próximo ano os postos que ainda faltam, passo com que a pasta pretende finalizar o Pnrr. O balanço sobre o andamento das residências universitárias no país foi feito pela ministra Anna Maria Bernini, em Milão, onde premiou uma das moradias vencedoras, informou o jornal La Stampa, nesta segunda-feira (21).
As moradias estudantis são um ponto sensível na Itália, onde a falta de vagas afeta jovens que estudam longe da cidade de origem e enfrentam aluguéis altos nos grandes centros universitários. Ampliar a oferta de leitos é uma das promessas do governo para tornar o acesso ao ensino superior menos dependente da renda das famílias.
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O Pnrr é o Plano Nacional de Recuperação e Resiliência, programa com que a Itália aplica os recursos europeus destinados à retomada após a pandemia. Parte desse dinheiro é dirigida à criação de novas residências universitárias, e o cumprimento das metas está ligado aos prazos acordados com a União Europeia.
Bernini reivindicou o aumento já registrado no número de moradias e prometeu os novos 30 mil leitos como parte desse esforço. Segundo o balanço, atingir a quota de 113.223 postos representaria um recorde para o país.
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