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Com aprovação da OMS, Doria pede liberação da CoronaVac na Europa

Em carta, Doria pede que Comunidade Econômica Europeia aceite vacinados com CoronaVac.

Doria pede liberação da CoronaVac
Em carta, Doria pede que Comunidade Econômica Europeia aceite vacinados com CoronaVac.

Após a aprovação da CoronaVac pela OMS (Organização Mundial da Saúde), o governador de São Paulo, João Doria (PSDB) disse que enviou hoje cartas à Comunidade Europeia e para o Parlamento Europeu solicitando a inclusão da vacina desenvolvida pelo Instituto Butantan em parceria com a chinesa Sinovac entre os imunizantes aceitos para a entrada de viajantes no bloco.

“Enviei hoje pela manhã cartas aos presidentes da Comissão Europeia e do Parlamento Europeu solicitando a inclusão da vacina do Butantan entre os imunizantes aceitos para a entrada de viajantes no bloco. É uma medida importante para a normalização do fluxo de pessoas e de negócios entre o Brasil, especialmente São Paulo, com os países da comunidade europeia”, disse João Doria, segundo publicação no UOL.

A secretária de Desenvolvimento Econômico de São Paulo, Patricia Ellen, relembrou que todos que receberem a vacina do Butantan precisavam fazer quarentena ao chegar nos países europeus. Agora, com a aprovação da OMS, há um indicativo de que com a aprovação, a Comissão Europeia faça a aderência de aprovação.

No documento, datado desta terça-feira, 1, Doria parabeniza os países europeus pela maneira como eles combateram a pandemia e afirma que “no Estado de São Paulo, onde quase 25% da população do Brasil vive, nós também seguimos as diretrizes da ciência e medicina no confronto à Covid-19”.

O documento também exalta os milhões de doses que foram produzidas nos laboratórios de São Paulo e enviadas ao Programa Nacional de Imunização. Segundo a secretária de Desenvolvimento Econômico do Estado, Patricia Ellen, uma série de reuniões entre empresários brasileiros e estrangeiros tinham feito apelos ao governador para que as articulações com a Europa fossem feitas.

“Muitas das viagens internacionais hoje estão limitadas. Todos o que tinham a vacina do Butantan, a CoronaVac, até o momento precisavam fazer quarentena na chegada desses países, então para uma viagem de negócios de três, quatro dias, isso implicava em 14 dias adicionais”, lembrou.

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