A alta dos combustíveis custou mais de 4,7 bilhões de euros aos motoristas italianos em apenas seis meses, só em gastos adicionais nos postos. Apenas nos meses de julho e agosto, o peso extra sobre os abastecimentos chegou a 1,7 bilhão de euros. Os números foram calculados pela associação de consumidores Adusbef, que analisou o consumo de combustível na rede e o impacto dos aumentos sobre as famílias, informou a agência ANSA, nesta domingo (4).
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A Adusbef é uma entidade italiana de defesa dos consumidores. Para chegar ao cálculo, ela considerou os litros de gasolina e diesel vendidos em ruas e rodovias da Itália em cada mês, de março a agosto de 2026, além dos preços médios mensais nas bombas. Ficou de fora apenas a chamada extra-rede, o abastecimento fora dos postos comuns.
No período, os motoristas gastaram cerca de 30 bilhões de euros em abastecimentos. No mesmo intervalo de 2025, a conta havia sido de 25,3 bilhões de euros. Parte da diferença é atribuída a uma composição distinta dos impostos sobre combustíveis, por efeito da reorganização das alíquotas que entrou em vigor em janeiro.
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