A Itália trabalha para reforçar os incentivos do ecobônus, benefício fiscal destinado a obras de eficiência energética em imóveis. A agência nacional Enea, responsável por novas tecnologias, energia e desenvolvimento sustentável, atualizou seus guias sobre o abatimento, reunindo todos os parâmetros técnicos e fiscais das obras. O documento abre espaço para um possível retorno do desconto a 65%, publicou o jornal Il Sole 24 Ore, nesta sexta-feira (2).
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O ecobônus é um abatimento no imposto de renda concedido a quem faz reformas que reduzem o consumo de energia. Hoje os percentuais variam conforme o tipo de obra e de imóvel. A partir de janeiro de 2027, as deduções devem cair de 50% para 36% nas primeiras residências e de 36% para 30% nas segundas. Uma prorrogação na lei orçamentária em discussão poderia, porém, elevar tudo a 65%, aplicando as novas cláusulas de flexibilidade sobre eficiência energética.
A substituição de sistemas de aquecimento por caldeiras de condensação deixou de ser incentivada a partir de janeiro de 2025. A tabela da Enea detalha todas as obras que seguem com desconto. Entre elas estão a troca de janelas, a instalação de proteções solares, as caldeiras a biomassa e a requalificação global do edifício, com isolamento do envelope opaco, caso do revestimento térmico externo.
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