Itália investe em telemedicina em tempos de coronavírus 

Pacientes vão receber kit de monitoramento. Objetivo é desafogar hospitais e clínicas

Pacientes vão receber kit de monitoramento. Objetivo é desafogar hospitais e clínicas

Na crise, crie oportunidades. Na Lombardia, a região mais afetada pelo novo coronavírus, o momento crítico virou uma oportunidade para mudança.

A Regione Lombardia, órgão administrativo no Norte da Itália, resolveu investir pesado na telemedicina e anunciou que comprou 10 mil kits de monitoramento. Mas isso é apenas uma parte do está sendo preparado para os próximos dias, disse Giulio Gallera, conselheiro de bem-estar da Lombardia, nesta segunda-feira (23).

O objetivo é monitorar os pacientes, idosos, frágeis ou com patologias, positivos ao vírus, mas que não necessitam de hospitalização, e assim evitar contatos arriscados e deslocamentos desnecessários em meio a pandemia, e desafogar hospitais e clínicas.

“O kit inclui um telefone inteligente ou tablet, um oxímetro (aparelho usado para medir os sinais vitais de pacientes), um termômetro de testa, um espirômetro (aparelho para medir o volume de ar inspirado e expirado pelos pulmões) e um aparelho de pressão. Então você se manterá monitorado e seu médico poderá te avaliar através da plataforma”, disse Gallera.

Segundo ele, se surgirem dados preocupantes, o médico será responsável por solicitar um exame mais detalhado. “Adotamos isso para tornar todos mais seguros. Estamos fazendo um grande esforço para os cidadãos, a quem pedimos que fiquem isolados”.

Lodi, Busto Arsizio e Gallarate são as três cidades que já estão usando a telemedicina em época de Covid-19.

 

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Redação
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